terça-feira, 17 de janeiro de 2012

SUBSTITUTOS DE REFEIÇÃO: A PROGRESSIVA CIENTIFICAÇÃO DE UMA PROPOSTA

SUBSTITUTOS DE REFEIÇÃO: A PROGRESSIVA CIENTIFICAÇÃO DE UMA PROPOSTA


por Dra. Isabela M. B. David




Antes de escrever este artigo, eu realizei uma "pesquisa informal", perguntando a pessoas conhecidas o que elas sabiam sobre o uso de substitutos de refeição. Todas, invariavelmente, disseram acreditar ser uma proposta relativamente nova, que surgiu nos últimos anos em consequência da epidemia da obesidade. A maioria acredita que os substitutos de refeição - ou "meal replacements (MR ou MRP)", em inglês - surgiram para atender especialmente àquelas pessoas que, envolvidas no ambiente obesogênico ao qual estamos expostos, têm dificuldade em planejar adequadamente as refeições, vencidas pela praticidade, pela falta de tempo ou, mais comumente, por ambos. Afinal, nas últimas décadas passamos a ter um "disk qualquer coisa" para as horas emergenciais e uma variedade infindável de produtos disponíveis no mercado para atender a consumidores desavisados, herdeiros de uma genética adaptada ao homem primitivo, sujeito à escassez de alimentos. Aquele para o qual "poupar energia" na forma de gordura corporal era, certamente, uma vantagem evolutiva.
 De certa forma, o homem "desavisado" se superou: tornamo-nos mais informados! É verdade, nunca se falou tanto sobre a qualidade das gorduras, proteínas e carboidratos da dieta, do conteúdo nutricional dos alimentos, de suas propriedades e de seu poder em atuar no aumento ou redução de risco de doenças crônicas não-transmissítiveis, como a própria obesidade, as doenças cardiovasculares, o diabetes mellitus e o câncer, entre muitas outras. A globalização do mercado de alimentos passou a nos disponibilizar uma variedade surpreendente de produtos, não apenas aqueles hipercalóricos e de inadequado valor nutricional, mas também opções interessantes, exóticas, eu diria até mesmo sedutoras, como amaranto, quinua, chia, arroz selvagem, alfarroba, kefir, shitake, enfim, todos estes que estão cada vez mais presentes no nosso dia-a-dia.
 Estamos também num processo em que estes conhecimentos a mais vêm nos tornando mais responsáveis, estendendo a preocupação sobre nossas escolhas alimentares a questões essenciais nos dias de hoje, como a sustentabilidade do planeta.
 O alimento deve ser não apenas saudável, saboroso, rico em nutrientes, mas também sua produção não deve destruir o ecossistema e prejudicar a qualidade do solo, enquanto deve ser economica e socialmente justa, com a valorização de quem trabalha para produzi-lo.
 Vamos ao tema de hoje, começando por esclarecer o conceito de substitutos de refeição:
 Substitutos de refeição são suplementos com a finalidade de ser uma refeição completa e prática, com proporções de macronutrientes e calorias exatas para substituir os alimentos de uma refeição balanceada e nutritiva. Os substitutos de refeição podem ser em pó, barras ou líquidos já preparados. Quando consumidos regularmente, eles podem ajudar a acelerar o metabolismo, queimar gordura e ganhar músculos. Os pós para preparos de shakes podem ser misturados com leite, água ou com o líquido de sua preferência. As barras podem ser facilmente levadas para qualquer lugar e são muito gostosas e práticas. Os líquidos já preparados são muitos gostosos também.
(...)
Concluindo:
A utilização de substitutos de refeição representa uma estratégia importante para se combater a epidemia da obesidade devido a sua simplicidade e conveniência, principalmente por direcionar a escolha do alimento. Eles podem fazer parte de um programa de emagrecimento saudável, sendo que os estudos científicos vêm cada vez mais comprovando os benefícios alcançados quando eles são inseridos num programa de perda ou manutenção do peso. O acréscimo de pó de proteína, usualmente na forma de proteína da soja, pode conferir benefícios adicionais, contribuindo para a saciedade e retenção de massa magra. Os pacientes devem ser submetidos a uma avaliação inicial por profissional especializado para o cálculo das necessidades diárias de nutrientes, mantendo-se adequado acompanhamento do estado clínico e nutricional e recorrendo-se à suplementação de fibras, vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, quando necessário.
Enviado por:
Dra. Isabela M. B. David
Editora do site http://www.abran.org.br

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Exercícios têm mais resultado com o uso de suplementos


Um estudo recente fala sobre os efeitos dos exercícios e o uso de suplementos alimentares na perda de peso. O estudo foi realizado com 186 indivíduos divididos em dois grupos que participaram de um programa de exercícios e foram instruídos em como modificar seus estilos de vida. A um grupo foram dados suplementos que consistiam em shakes de proteínas-carboidratos, energéticos, e cápsulas de vitaminas/minerais, enquanto o grupo controle não recebeu suplementos. No fim dos estudos, os pesquisadores descobriram que o grupo que usou suplementos alimentares com exercícios perdeu 2,6 kg de gordura e aumentou a massa muscular magra em 1,9 kg.

Os que se exercitaram sem tomar suplementos perderam 1,1 kg de gordura e ganharam 0,7 kg de massa muscular magra. O grupo suplementado também diminuiu seu colesterol em 6,5% e teve seu LDL reduzido mais de 11%. Esse estudo reforça a idéia que suplementos alimentares tem um importante papel na queima de calorias, perda de gorduras e ganho muscular.

Fonte: "Exercise works best with supplements", estudo realizado por Club Industry.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

vitamina D, médicos recomendam suplemento

Reumatologistas e dermatologistas recomendam suplementação diária.
Sol é indicado como medida de prevenção, não quando já há carência.
Luna D’Alama Do G1, em São Paulo
Apesar de dermatologistas e reumatologistas eventualmente discordarem sobre se é melhor usar protetor solar o tempo todo e evitar um câncer de pele no futuro ou se é preferível expor o corpo alguns minutos por dia e prevenir a osteoporose, as duas sociedades médicas concordam em um ponto: a suplementação é o melhor remédio em caso de déficit de vitamina D.
Isso porque não há consenso sobre o tempo mínimo de sol necessário para corrigir uma eventual deficiência. O sol nos braços e pernas antes das 10h da manhã, portanto, funciona mais como fator de prevenção, e não de correção.
“Dizer que tomar sol de 15 a 20 minutos por dia é suficiente para obter vitamina D não é certo, pois isso depende de fatores como idade, cor da pele, poluição do ar, estação do ano e se o país está perto do Equador”, explica a reumatologista Rosa Pereira, presidente da Comissão de Osteoporose e Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Alguns pacientes também não podem se expor aos raios ultravioleta (UV) porque são muito idosos, têm doenças de pele, problemas autoimunes, pele branca demais ou antecedentes familiares. “Se o nível de vitamina D estiver muito baixo, o médico solicita suplemento em gotas ou cápsulas. Caso esteja perto do limite, não precisa de remédio”, diz Rosa.
Lei mais em http://g1.globo.com/bemestar